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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Turma 6 Grupo 1 Texto: Avestruz, Mário Prata

Texto: Avestruz, Mário Prata
Kézia Kristina da Silva
Cibele Monguiló de Brito D'Ávila
Andréia Regina da Silva
Meiri Aparecida Galassi Montanhero
Márcia Cristina Garcia de Oliveira
Ana Maria de Moraes Togni

Oralidade

Passo 1: O avestruz... 
O professor levará imagens de várias aves e dentre elas, estará o avestruz. O aluno deverá escolher qual ave é o avestruz.





Duplas ou trios:

Pesquisa de antecipação de leitura:
Levar os alunos para a sala de informática, divididos em duplas/trios. O aluno que tem mais dificuldade em registrar as informações ficará responsável pela pesquisa; e o que tem mais facilidade, faz as anotações.
Pesquisar sobre o animal na sala de informática, sala de leitura: habitat, características, curiosidades, reprodução, alimentação, produtos derivados do animal para consumo.

Socialização de informações e produção de uma ficha técnica; e o professor levará uma enciclopédia antiga mostrando no livro, informações para os alunos. A enciclopédia circulará na sala de aula, sob visualização dos alunos; para conhecimento de outras formas de registro de conhecimentos.

Perguntas do professor:

Tendo em vista da pesquisa realizada:
Levantamento de hipóteses: O que o título sugere? Será uma história de avestruz? A história vai contar o que sobre o animal? Qual a sua expectativa?

Passo 2: Lendo o texto...


Avestruz Mario Prata O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus 10 anos, um avestruz. Cismou, fazer o quê? Moram em um apartamento em Higienópolis, São Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim, porque foi aqui ao lado da casa, em Floripa, que o menino conheceu os avestruzes. Tem uma plantação, digo, criação deles. Aquilo impressionou o garoto. Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruz. E se entregavam em domicílio. E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. O avestruz foi um erro da natureza, Deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa um avestruz? Entre 100 a 160 quilos. Fui logo avisando à minha amiga. E a altura pode chegar a quase 3 metros -- 2,70, para ser mais exato. Mas eu estava falando da sua criação por Deus. Colocou um pedaço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente, para evitar que saíssem voando em bandos por aí, assustando as demais aves normais. Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois dedos em cada pé. Sacanagem, Senhor! Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo. Tanto é que, logo depois, Adão, dando os nomes a tudo o que via pela frente, olhou para aquele ser meio abominável e disse: *Struthio camelus australis*. Que é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em forma de salsicha. Pois um animal daquele tamanho, deveria botar ovos proporcionais ao seu corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que os avestruzes vivem até os 70 anos e se reproduzem plenamente até os 40, entrando depois na menopausa. Não têm, portanto, TPM. Uma fêmea de avestruz com TPM é perigosíssima! Podem gerar de dez a trinta crias por ano, expliquei ao garoto, filho da minha amiga. Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento. Ele insiste; quer que eu leve um avestruz para ele de avião, no domingo. Não sabia mais o que fazer. Foi quando descobri que eles comem o que encontram pela frente, inclusive pedaços de ferro e madeira. Joguinhos eletrônicos, por exemplo. Máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e, principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem. Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz por cinco gaivotas e um urubu. Pedi para a minha amiga levar o garoto a um psicólogo. Afinal, tenho mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz. PRATA, Mário. Avestruz. 5ª série/6° ano vol. 2.
Caderno aluno p. 9 Caderno do professor p.18

A leitura será compartilhada, tendo em vista aquele aluno que não lê; marcando as palavras que não conhece. Será discutido os sentido das palavras marcadas, e depois, o professor fará a leitura.

Depois da leitura, o professor fará a devolutiva quanto às expectativas.

Conscidiu com as expectativas alcançadas?
O professor deverá unir as ideias propostas à proposta do texto.

Passo 3: Interpretando e analisando o texto:

Questões de interpretação nas duplas e trios:

1) Confecção de uma lista de palavras novas:

2) Ilustrar a história:

3) Porque o narrador trocou a palavra “plantação por “criação” em “Tem uma plantação, digo, criação deles”?

4) Qual o verbete científico que aparece no texto? Qual a sua língua?

5)Você gostou do texto? Qual parte?

6) Você já teve vontade de ter um animal exótico?

Atividade de Alfabetização:

1) Retirar um parágrafo, e dele, retirar algumas palavras e fazer um banco de palavras. Pedir para o aluno completar com as palavras que faltam.

2) Cortar o texto em tiras e e pedir para o aluno colocar na sequência textual.

Produção textual:

Reescrita individual do texto.